Falta de lubrificação vaginal
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A sopa é um prato culinário particularmente interessante, principalmente no caso das sopas de legumes e, sobretudo, quando se pretende controlar a ingestão calórica.
O facto de conter muita água e de, na maioria das vezes, ser quente provoca um efeito saciante importante, levando-nos a comer menos nos pratos seguintes da refeição.
A sopa é também para muitas pessoas a forma mais bem tolerada de ingerir legumes e hortaliças, senão mesmo a única. Tudo isto é verdade quer a sopa seja passada ou não. No entanto, quando se pretende fazer uma refeição à base de sopa ou quando pretendemos potenciar o efeito saciante da mesma, esta não deve ser passada.
Primeiro porque beber a sopa, ao contrário de mastigar a sopa, não corresponde às nossas expectativas de comida, o que nos levará a procurar algo para mastigar um pouco mais tarde, sendo quase certo que esse algo será mais calórico que um eventual segundo prato.
Segundo, porque o poder de triturar os alimentos da nossa mastigação não é tão eficiente como o de uma varinha mágica ou passe-vite e, de facto, a sopa líquida acaba por ser mais fácil e rapidamente digerida, não ficando retida no estômago tanto tempo como uma sopa não triturada, o resultado é não nos sentirmos tão cheios como seria desejável e termos fome mais cedo.
Ainda assim, como em tantas outras coisas, o excelente é inimigo do bom. Entre não comer sopa porque não está passada ou comer um creme de legumes, é melhor ficar com o último.
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