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Nutricionista aponta uma poderosa arma para proteger a saúde cardiovascular, o seu prato

Apesar de maio ser o mês do coração, os bons hábitos alimentares devem ser seguidos todo o ano. Atualmente, somos mais sedentários, gastamos menos calorias e nem sempre fazemos as escolhas alimentares mais acertadas.

Os fatores de risco – sedentarismo, hipertensão, tabagismo, stress, obesidade e diabetes – potenciam as doenças do coração e a dieta tem um papel determinante.

Como explica a nutricionista Helena Cid, «são muitos os alimentos que ajudam a agravar os fatores de risco». Se são ricos em sal potenciam a hipertensão, se contêm determinadas gorduras saturadas sobem os níveis de colesterol. Veja como tornar a sua dieta aliada da saúde.

Imprecindível à mesa

«Os alimentos de origem vegetal são muito importantes, como por exemplo, os legumes e a hortaliça. Uma sopa rica em vegetais e legumes é ideal para a saúde cardiovascular», explica Helena Cid, reforçando que deve incluí-la diariamente ao almoço e ao jantar. Quanto ao prato principal, é fundamental dividi-lo ao meio. «De um lado do prato, temos os legumes e, quanto mais variados, melhor. No outro lado, faz-se nova divisão: na primeira colocamos arroz, massa ou batatas e, na segunda, peixe ou carne», ilustra.

À sobremesa deve privilegiar a fruta, «pois fornece vitaminas, muitos minerais, açúcar natural, muita fibra e não tem gordura. A bebida que deve acompanhar as refeições principais é a água, que também deve ser ingerida durante o dia (de um litro a litro e meio, sem considerar a que se bebe às refeições). E se costuma ouvir que o vinho faz bem ao coração, saiba que não é um mito. «Beber um copo de vinho é saudável», defende.

Entre as refeições

Permanecer mais de três horas sem comer e não fracionar as refeições são erros comuns e que deve evitar. «Se uma pessoa comer às 8h00 e só o voltar a fazer por volta das 13h00, fica com imensa fome e a tendência é escolher alimentos menos saudáveis que conferem saciedade e prazer mais rapidamente», explica a nutricionista. As refeições intermédias são, por isso, fundamentais para que não tenha um apetite exagerado ao almoço ou ao jantar. Opte por comer um iogurte ou peça de fruta a meio da manhã ou da tarde. «Caso contrário é bem provável que ao fi nal do almoço já tenha consumido as calorias aceitáveis para todo o dia», salienta Helena Cid.

Veja na página seguinte: Como preparar e os temperos a evitar

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