Falta de lubrificação vaginal
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O espargo comum (asparagus officinalis) é bastante utilizado em culinária. A nível terapêutico, está bem estudado cientificamente o espargo selvagem (asparagus racemosus) que é da mesma família (asparagaceae).
Utilizado há muitos anos, desde o tempo dos gregos, romanos e indianos, cresce espontaneamente em várias regiões do nosso país.
Estudos científicos
Num estudo realizado na Universidade de Medicina de Bombaim (Índia), confirmou-se uma acção nas dispepsias equivalente à metoclopramida, um fármaco muito utilizado nos enjoos e náuseas da quimioterapia. O tempo de esvaziamento gástrico, que era de 159 minutos em média, foi reduzido para 101 nos grupos que ingeriam espargos (Journal of Posgraduated Medicine, 1990).
Vários estudos demonstram uma acção estimulante sobre o sistema imunitário, actuando na candidíase, na estimulação da medula óssea e impedindo o crescimento de tecido fibroso após cirurgia (Journal of Posgraduated Medicine, 1989/93; J. Ethnopharmacol, 1997).
Princípios activos
Contém asparagina, uma substância diurética e calmante, clorofila, que é antioxidante, e saponinas com acção supressora das contracções uterinas. É rico em aminoácidos e minerais (potássio, fósforo e cálcio, principalmente), responsáveis pelas suas propriedades regeneradoras e nutritivas.
Auxilia a digestão e está indicado no tratamento de dispepsias, regurgitação e úlceras gástricas. Estimula a lactação em mulheres a amamentar. Também se utiliza nas dismenorreias e problemas da menopausa, principalmente como refrescante no caso dos afrontamentos. E aumenta a fertilidade em ambos os sexos.
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