Falta de lubrificação vaginal
A lubrificação vaginal é vital para que as relações sexuais sejam satisfatórias, mas muitas mulheres têm problemas a este nível
De quanto em quanto tempo e a que horas?» Esta é uma das perguntas que os doentes fazem frequentemente aos seus médicos quando estes lhes prescrevem um fármaco.
Isto se forem à consulta, porque, se não forem, perguntam ao farmacêutico ou lêem a bula do fármaco, na secção “posologia”, e automedicam-se, uma decisão que pode envolver risco, sendo por isso desaconselhada.
A toma de medicação é algo complexo: depende de muitos factores e de cada paciente. Cada medicamento tem as suas próprias características bioquímicas que indicam quantas vezes deve ser tomado para ser eficaz.
Assim, há antibióticos que se administram uma só vez e outros que precisam de um maior número de doses diárias. Mas a eficácia depende também de cada doente.
Por isso, há que entender como o corpo reage perante um fármaco em condições normais para poder compreender como o faria em caso de certas doenças como, por exemplo, uma insuficiência cardíaca.
Da boca ao estômago
Quando tomamos um fármaco, a primeira coisa que este faz é atravessar a barreira do tubo digestivo. Aqui, dissolve-se nos sucos gastrointestinais e, depois, é absorvido. Esta absorção depende das condições do estômago, como o pH da sua mucosa, os possíveis problemas na sua capacidade de esvaziamento ou a presença de comida.
Veja na página seguinte: O percurso do fármaco no nosso organismoA sua mensagem foi correctamente enviada
Ocorreram erros, verifique os campos a vermelho
Fármaco inovador atrasa a digestão de gorduras+
Estratégias para contrariar a azia, a indigestão e as náuseas sem recorrer a fármacos+
A planta que melhora a digestão e estimula o apetite+
Personal trainer esclarece as principais dúvidas+
Procedimentos que prometem transformar o nosso sorriso+
Pediatra aponta as melhores opções para o seu filho+
Adote as estratégias que lhe permitem viver mais feliz+
A lubrificação vaginal é vital para que as relações sexuais sejam satisfatórias, mas muitas mulheres têm problemas a este nível
DGS recomenda vacinação de 4 a 6 semanas antes da viagem
O papel de cada um destes profissionais da saúde mental
As informações disponibilizadas são para conhecimento geral e não substituem de forma alguma o conselho médico apropriado em caso de sentir algum sintoma de doença.