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Tétano e Difteria

Tétano e Difteria

Uma vacina essencial na idade adulta. Saiba porquê

A difteria é uma doença infecciosa que afecta a garganta e pode provocar a obstrução das vias respiratórias e a morte.

É causada pela bactéria Corynebacterium diphteriae e caracteriza-se pelo aparecimento de falsas membranas aderentes às mucosas da faringe e laringe.

Como sintomas gerais são de salientar a febre, falta de forças, perda de apetite, dores musculares e articulares, para além de dores de garganta e dificuldade respiratória. Numa fase posterior, pode provocar inflamação de órgãos como o coração e os rins, paralisia dos nervos cranianos e anemia.

O tétano é provocado por uma neurotoxina produzida pela bactéria Clostridium  tetani que afecta o organismo através de feridas cutâneas, após contacto com substâncias ou utensílios onde o bacilo sobrevive. Em 80 por cento dos casos, pode ser fatal, caso não seja tratada atempadamente.

O tétano tem como sintomas espasmos e paralisias musculares, provocando contracções em vários grupos de músculos, inicialmente nos da face, associados ao movimento dos maxilares. Podem também ocorrer espasmos musculares nas costas e complicações mais graves como pneumonia e insuficiência respiratória.

Quem deve tomar a vacina


A vacina contra o tétano e difteria faz parte do Plano Nacional e Vacinação, sendo aplicada na infância aos dois, quatro e seis meses sob a forma combinada DTPa (difteria, tétano e tosse convulsa). Depois destas doses iniciais da vacina DTPa, devem ser dadas doses adicionais aos 18 meses e, posteriormente, entre os cinco e os seis anos.

A partir dos sete anos, administra-se a vacina Td (Tétano e Difteria), com conteúdo reduzido de difteria. De dez em dez anos, devem ser feitos reforços da vacina Td (Tétano e Difteria) para manter a imunização.

De acordo com a Organização Mundial Saúde, qualquer pessoa que pretenda viajar deve ter esta vacina em dia. A vacina deve ser aplicada dez dias antes de se partir em viagem.

No caso de não ter sido administrada na infância ou caso o adulto não tenha a  certeza de ter sido vacinado enquanto criança, a vacina deve ser aplicada logo que possível numa única dose.

Veja na página seguinte: Casos contra-indicados e reacções secundárias

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