Saltar o menu
Dossier

Menopausa

Não é uma doença mas uma etapa natural da vida da mulher que produz alterações físicas e psicológicas. Que mudanças são essas, que impacto têm na sua vida e qual a melhor forma de lidar com elas? Encontre as respostas a estas e outras questões aqui

ver todos os artigos do dossier
10 respostas essenciais para viver uma menopausa feliz

10 respostas essenciais para viver uma menopausa feliz

Tire todas as dúvidas

Mais cedo ou mais tarde, todas as mulheres passam por esta fase de transição hormonal.

Por isso, antes de lá chegar, esclareça as suas dúvidas e evite traumas desnecessários.

Todos os anos, cerca de 300 mil portuguesas entram na menopausa e a maioria delas vê a sua qualidade de vida afectada.

No entanto, de acordo com os especialistas, a menopausa não é uma doença e, portanto, não deve ser encarada como tal. Trata-se de uma etapa natural da vida da mulher que produz alterações tanto orgânicas como psicológicas. Que mudanças são essas e que impacto têm na sua vida? Com a ajuda do presidente da Sociedade Portuguesa da Menopausa, reunimos as respostas que procurava.

1. O que é e em que idade aparece?

A menopausa é um processo natural em que a mulher deixa de ter menstruação. Tal como explica Mário Sousa, ginecologista e presidente da Sociedade Portuguesa da Menopausa, «é o resultado do fim da produção de estrogénios pelos ovários, fazendo com que a mulher deixe de ovular e o útero deixe de menstruar».

Apesar da menopausa indicar o fim do período reprodutivo, durante o primeiro ano depois da última menstruação,  deve-se utilizar um método anticonceptivo. Relativamente à idade, não há uma data fixa, mas habitualmente surge entre os 45 e os 55 anos de idade, apesar da perimenopausa começar um a cinco anos antes.

Não obstante, tem-se verificado um aumento de casos em idades mais precoces (por volta dos 40), quer seja uma menopausa natural (os óvulos esgotam-se por causa de uma alteração genética, radiações ou doenças ginecológicas), cirúrgica (pela remoção dos ovários e, às vezes, do útero), ou médica (por tratamentos que afectam a função do ovário, como a quimioterapia para tratar o cancro).

Um motivo adicional para não descurar os exames ginecológicos periódicos, imprescindíveis a partir dos 35 anos de idade: ecografias e citologias anuais, mamografias, análises hormonais e de marcadores tumorais em casos de risco identificado e, se necessário, densiometrias.

Veja na página seguinte: Os sintomas a que deve estar atenta

Enviar artigo por E-mail

A sua mensagem foi correctamente enviada

Ocorreram erros, verifique os campos a vermelho

Faltam 500 caracteres

Comentários

publicidade

Subscreva a nossa Newsletter

Subscreva a nossa newsletter

Veja Ainda...

Peso & Nutrição

Controlar o peso na menopausa

As dicas de Teresa Branco+

Estética

Pele renovada

Os benefícios da esfoliação para uma pele mais jovem +

Saúde em Família

Exercício na gravidez

Beneficia mãe e bebé. Saiba em que medida+

Bem-Estar & Emoção

Massagens para as dores

Técnicas simples de automassagem +

Perder peso de forma saudável

Precisa de perder alguns quilos depois dos excessos dos últimos meses? Aprenda a emagrecer sem voltar a engordar

Benefícios superam riscos de pílula Diane 35, confirma Agência Europeia do Medicamento

França pediu parecer sobre medicamento, depois de investigação o relacionar com quatro mortes

Mastectomia realizada por Angelina Jolie faz-se em Portugal há 10 anos no SNS

Angelina Jolie revelou hoje que fez uma dupla mastectomia.

ver todos os artigos

Pergunta da Semana

Investigadores norte-americanos anunciaram pela primeira vez a cura de um bebé infectado com HIV/sida. Acha que, finalmente, esta calamidade pública vai ter uma solução?



mapa do site