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Dossier

Especial Cancro da Mama

Um dossier completo sobre esta doença, da autoria de Ana Paula Avillez, médica imagiologista especialista em Senologia, autora do livro 34 Copa B. Um guia indispensável sobre o peito, a saúde e a sexualidade feminina, lançado pela Academia do Livro

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Perguntas e respostas sobre o cancro da mama

Perguntas e respostas sobre o cancro da mama

Esclareça as suas principais dúvidas sobre esta patologia

Encontra as perguntas e respostas que se seguem no livro «34 Copa B - Guia prático sobre a mama, a saúde e a sexualidade feminina», uma obra sobre o peito, a saúde e a sexualidade feminina, lançada pela editora Academia do Livro e da autoria de Ana Paula Avillez, médica imagiologista especialista em Senologia. 

Tratam-se de algumas das dúvidas mais frequentes que temos sobre o cancro da mama, aqui respondidas de forma muito clara e sistematizada.

O cancro é uma doença contagiosa?

Não, não há possibilidade de contágio entre as pessoas mesmo nos casos de cancros originados por vírus.

Os traumatismos podem provocar o cancro?

Não foi encontrada até à data qualquer relação entre os traumatismos (pancadas) e o desenvolvimento de cancros. Contudo, um traumatismo pode originar, por exemplo na mama, alterações na mamografia que podem «confundir» e criar dificuldades no diagnóstico diferencial com cancro. É o caso dos fenómenos de citoesteatonecrose que foram abordados no capítulo das lesões traumáticas. Por outro lado, um traumatismo pode chamar a atenção para um cancro já existente.

A frequência do cancro está a aumentar?

Há efectivamente conhecimento de um maior número de cancros nos países desenvolvidos, o que pode estar relacionado com vários factores:

- Agentes ambientais que actuem como carcinogéneos. Por exemplo, o aumento da incidência de cancro da mama nas mulheres descendentes de orientais que emigraram para países com elevado risco desta doença, como por exemplo a Austrália e os Estados Unidos, sugerem a influência de factores ambientais, entre os quais a dieta.

- Melhoria dos meios de diagnóstico levando à detecção de tumores que antigamente ficavam por diagnosticar.

- Aumento da esperança de vida conduzindo a que um maior número de pessoas atinjam uma idade mais avançada. De facto, o cancro atinge essencialmente os mais velhos. Antigamente, morria-se muitas vezes vítima de infecções ou por outras causas agora debeladas, não se atingindo a idade dita oncológica.

Veja na página seguinte: Será o cancro da mama hereditário?

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